sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009

Poeminha mineiro


Tempo eu já quis
pra entender o que
ele me diz de ventania.

Pra vida, pé pra meia,
meias verdades esfriar
e aquecer o que é
de ser sim. Sempre
será.

Olha as alterosas
desta terra linda!
Vem pelo trem que te
aponta em casa.
Apeia aqui.

Traz um sopro de mar pra
perto de mim.
Diz que sim.
Traz esse meio sorriso
pra junto de mim.
Juntinho assim.

9 comentários:

Anônimo disse...

Lindo!!! Conseguiu captar a essência de Minas!Senti saudades da minha terra!

Francisco

Joshuatree disse...

Sempre adorável, o momento de respirar tua essência poética.

grande abraço

Alam Oliveira disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Euzer Lopes disse...

Mais um daqueles poemas que minha branquinha de neve mineirinha tri-F adora transbordar em amores pelas entreletras.
Ou quem sabe por aquele vento que sopra do mar, invade as terras alterosas e inspira pulmões em oceanos encantados.

tossan disse...

É o lirismo inflado com certeza da poesia! Mas seguindo a própria trilha. Bj

Flavitcho disse...

gente, que palavras mais agradáveis..
isso é uma música?

rs..

****Josi**** disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
****Josi**** disse...

Sempre vc! Sempre MINAS! Sempre lindo! Amo Minas e cada dia mais amo vc, amiga! Nem tenho mais o que dizer...

Filipe M. Vasconcelos disse...

Esse poema me deu saudades de Minas.. ele acabou por me dizer algo sobre ventania, sobre a importância de "meias verdades esfriar e aquecer o que é de ser sim"...
Beijos no coração!!

 
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